Continúo en mi lectura de No País das Sombras Longas/ Back to the Top of the World.  Reflexión linda sobre el dolor y la vida, en un lugar donde la “civilización” es realmente humana:
 
“-Meus dedos estão doendo terrivelmente – disse o homem branco, depois de alguns momentos – como se inúmeras agulhas os estivessem picando.
O homem branco sentia-se envergonhado porque, a despeito dos esforços no sentido de se controlar, percebeu que havia lágrimas em seus olhos.  Aquela era a dor mais aguda que jamais provara.
-Esse é o aviso de que a vida está voltando às suas mãos – explicou Ernenek – e, com a vida, a dor volta.  Só a morte é sem dor.”
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