“O viajante é um homem de travessias, em movimento rumo à descoberta de lugares e pessoas, e seus modos de viverem.  Viajar é o encontro com a paisagem humana e natural, com a semelhança e a diferença.  O que nos chama atenção ao viajar é aquilo que nos remete à origem, na semelhança, ou nos provoca o sonho, na diferença.  Viajar é estar no mundo com os olhos de forasteiro que se reconhece como amigo ou estrangeiro.  O invasor é aquele que não é capaz de viajar pela paisagem que encontra em seu caminho.  Incapaz de realizar o projeto da viagem, o invasor destrói aquilo que não lhe pertence ou rouba aquilo que o seduz.”  Texto extraido da exposição Paisagem Flutuante, no Sesc Pompeia.
 
Viajar é o que todo mundo deveria fazer para aliviar o peso de vivir só na terra.  Ar e água se fazem necessários para poder distinguir as diferenças e as belezas de cada força da natureza.  Quem não viaja, não pode saber o cheiro de outras terras, o sabor de outras comidas, a sensibilidade de outros povos.  Quem não viaja não sabe que além dos limites onde se desenrola sua vida, pode existir uma oportunidade de mudança, de esperança, de aventuras.  Viajar é preciso…
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