Quando Brahma entrou em nossas vidas, ele trazia consigo muito amor, generosidade, carinho e deliciosas lambidas que só que ama cachorros sabe entender. Foram 16 anos e sete meses de amor incondicional. Valeu Brahma. Nosso eterno cão adorado!  Um pouquinho do que a mulher de José Saramago, Pilar del Rio, escreveu quando Camões, o cão dele, se foi: “Saramago já não poderá chorar por Camões, agora que morreu tão docemente como viveu, tão honestamente animal que apetece aprender com a sua forma de estar na vida. Ou talvez, sem chorar, se encontrem na sensibilidade criada que nada nem ninguém pode destruir, porque tanta vida partilhada, e em companhia tão amável, não pode perder-se. Estão por aí, em livros e memórias, em corações que não se rendem, José Saramago com os seus três cães, Pepe, Greta e Camões, pondo beleza no mundo, imortais na vivência pessoal dos que sabem ver e também sentir.”

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